quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Segredos de Mark Millar

Será que existe um padrão nos quadrinhos do roteirista escocês favorito da Marvel? Veremos...



Procurado
O personagem principal quer fazer sexo e bater nas pessoas, mas não tem coragem. Só que aí ele descobre que é filho de um super assassino, capaz de acertar uma bala no traseiro de uma mosca. Uma coisa leva a outra e finalmente ele cai na porrada e transa com alguém.


Kick-Ass
O personagem principal é um adolescente, ou seja uma bomba de hormônios com muito tempo disponível. Um belo dia ele resolve colocar um uniforme para bater nos caras ruins e quem sabe transar com alguma garota. A coisa não funciona assim tão bem. Ele apanha mais do que bate e não consegue transar.


Supremos
Todos os personagens tem poderes, batem e transam. Menos o Dr. Bruce Banner. Mas, depois que ele se transforma em Hulk, finalmente consegue bater e comer alguém. (nos dois sentidos).

Agora resta ler com mais apuro os outros trabalhos do Millar.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Yojou-han Shinwa Taikei



Quando se fala de cultura pop, o Japão parece deixar qualquer um no chinelo. Lá eles produzem tudo. Tudo! Para o bem, para o mal. Felizmente, por causa disso, você pode encontrar pérolas como Yojou-Han, que você nunca sonharia ver na televisão brasileira nem por uma eternidade. Aliás, muitas vezes tentar assistir qualquer programa de TV daqui parece levar uma eternidade.
Mas o momento não é para esculhambar os nossos queridos Globo, Record, Rede TV e companhia. Acabarei escrevendo um livro sobre tal assunto um dia. O negócio é falar sobre o Yohou-han, uma série japonesa de animação diferente de todas as outras.
A história da série é focado no "se eu tivesse feito aquilo...". Você vê o frustrado protagonista Watashi sempre em busca de sua vida universitária ideal; lê-se aqui popularidade, dinheiro e uma elegante mulher dona de longos cabelos escuros. Infelizmente, ao atingir o último ano ele percebe que possue apenas um pequeno quarto de tatami, um amor platônico por uma garota do curso de engenharia e uma vida social limitada por um único amigo, pregador de peças chamado Ozu, a quem ele culpa de tê-lo arrastado a uma vida insignificante. Perdido e se arrependendo das suas escolhas no primeiro dia da universidade, Watashi se pergunta o que teria acontecido se ele não tivesse se filiado ao clube de tenis, onde conheceu o seu único amigo e maior inimigo.
A partir daí, praticamente todos episódios mostram Watashi numa outra vida, partipando de um outro clube (cinema, ciclismo, leitura) em busca de um pouco de glória e romance para sempre acabar perdendo a oportunidade de perceber que tudo o que quer está bem a sua frente.
A história, apesar de parecer desconexa, no início, a cada episódio mostra-se mais conectada, revelando detalhes dos personagens secundários e das facetas do protagonista através de uma linguagem surreal e carregada pela narração em off de Watashi.
Agora, há um ponto negativo, principalmente para nós, não japoneses, presos ao cordão umbilcal das legendas(em inglês, ainda por cima). Yojou-han possui um ritmo frenético; o protagonista narra tudo como se tivesse vomitando suas reflexões. É uma luta impossível ler toda a legenda. Não dá. Jogue a toalha. A não ser que queira assistir em câmera lenta. Mas não se preocupe, embora a narração seja muito interessante, boa parte da locução de Watashi é cheia de exageros românticos sem muito conteúdo. Servem mais para dar um tom satírico as pretensões do herói.
Com somente 11 episódios, essa série soube aproveitar muito bem o seu formato e, para mim, conseguiu inovar no espaço televisivo, conhecido por trancar a criatividade dos artistas. Não consigo imaginar Yojou-han no cinema, por exemplo, ou até em quadrinhos. Tenho curiosidade sobre o livro homônimo, no qual a série se baseou, mas aí é quase impossível encontrar uma tradução.
Fica a dica, o link para download http://www.animetake.com/anime/yojouhan-shinwa-taikei/

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Durarara




Um garoto do interior que vai estudar na cidade a procura de uma nova vida, uma motoqueira sem cabeça que corre as rua fazendo entregas, um russo negro tentando vender sushi, disputas de gangue, um cara forte e irratadiço com mania de quebrar postes e assim vai. Durarara é uma verdadeira mistureba, assim como o dia-a-dia na cidade grande e no mundo das redes virtuais, os dois principais espaços onde a narrativa se desenvolve.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Sobre identificação.

Tem sempre algum idiota que diz "eu não consigo me identificar com desenho animado." O que pra mim não faz muito sentido. Uma pessoa pode se identificar com uma árvore, se conseguir lhe atribuir algum significado. Porra, uma pessoa pode se identificar com participantes de Big Brother! A criação de vínculo pra mim entre espectador e uma arte independe do realismo apresentado, porque nós estamos sempre transformando tudo em símbolos. Nós vivemos a ficção que criamos a todo momento.

Sobre Guerra ao Terror.

Dos concorrentes ao Oscar, é o que tem menos mulher pelada. Pelo menos no distrito 9 rola sexo inter-espécies.